Venus

Última atualização: 10.04.2010

Blog da Pras Horas Vagas (31 posts)

 

Por Daniela Vasconcelos

Sobre a autora

Escrevo o www.ricotanaoderrete.blogspot.com e tenho aparecido por aqui também. ;)

 

Mantenha seu peso no trabalho

10.04.2010

A sensação de estabilidade muitas vezes traz junto uma espécie de acomodação. No trabalho, por exemplo, é normal ver um funcionário novo dando tudo de si, trabalhando como se não houvesse amanhã, sempre cheio de idéias, de planos e energia de sobra. Um ano depois o dito cujo já se adaptou à rotina, percebeu como as coisas funcionam, desistiu de mudá-las e às vezes até passa o expediente todo pensando somente na hora que ele vai terminar. Na verdade, até já escrevi a respeito disso aqui no Venus, sobre como não dá pra se acomodar no emprego e, ao mesmo tempo, esperar reconhecimento pelo trabalho.

Mas o fato é que não é bem dessa acomodação que eu quero falar hoje. É de uma coisa menos ligada ao desempenho profissional e mais próxima da saúde e - por que não? - da vaidade. Quanta gente já não engordou horrores quando passou muito tempo em um emprego? Parece uma compensação, é como se o universo pensasse "ah, você está feliz por que tem como pagar as contas? Então se conforme com a idéia de não entrar nas próprias roupas".

Pelo menos há como combater essa tendência terrível e o primeiro passo é encontrar os vilões da história, os fatores que te levam a engordar durante o expediente:

1- Quem trabalha sentada o dia todo já carrega o problema de não se movimentar muito, de não gastar muita energia, agora some a isso o tédio que bate depois de umas horas de trabalho e que provoca uma vontade imensa de comer guloseimas. Pronto, esse é nosso primeiro momento crítico;

2- Pode até ser que você não seja muito comilona, mas se seus colegas forem e você não for forte o bastante, acredite, uma hora eles te arrastam pro lado guloso da força;

3- Se você trabalha muito, se mexe muito, anda pra lá e pra cá, pode até não ser sedentária, mas pode cair no erro de comer demais pra "compensar" a energia gasta. E nem sempre ela é gasta, então o que sobra se acomoda você sabe bem onde: naquela parte em que antes a calça atacava e agora não ataca mais.

Depois de reconhecer os momentos crítico-engordativos do expediente, infelizmente não há milagre pra eliminá-los. O jeito é ter força de vontade pra driblar as tentações e se concentrar no trabalho nas horas em que a gula atacar. Você mantém o peso e ainda vira funcionária exemplar.

Amor é melhor

26.03.2010

 

Conviver não é fácil. Você descobre isso algumas centenas de vezes na vida, não só porque essa é uma máxima repetida à exaustão, mas por todas as vezes em que você discutiu, brigou ou teve qualquer tipo de conflito com pessoas com quem convivia diariamente. Na escola, na faculdade, no trabalho, basta que você veja as pessoas todo dia, que passe a dividir muitos momentos de decisões importantes ou mesmo problemas corriqueiros. Com os amigos, então, é super comum que, volta e meia, aconteçam desentendimentos.

Mas talvez os dois melhores exemplos de como a convivência, inevitavelmente, faz com que surjam conflitos são o tempo em que você vive com os pais e o casamento. Quando se divide a mesma casa, fica muito difícil conseguir levar a vida sem discussões, sem que em momento algum você tenha pensamentos divergentes aos dos seus companheiros de lar e, diga-se, de vida. Na casa dos pais o agravante é a autoridade que eles exercem sobre os filhos, nem sempre é possível baixar a cabeça e daí acabam surgindo aquelas mais que desagradáveis brigas com os pais, que ninguém gosta de ter, sequer de lembrar. Já quando se divide a casa com um amor, o que pega mesmo são as coisinhas pequenas do dia-a-dia: as contas, o controle da TV, o computador, as louças pra lavar, tudo isso pode iniciar pequenas brigas. O segredo é não deixar que elas vão adiante.

Pense em quantas brigas você já teve com seu companheiro por causa de picuinhas que nem valem as palavras ríspidas que causaram. Pense em quantas vezes essa briga se estendeu e você se manteve nela só pra não dar o braço a torcer, com a esperança de sair vitoriosa. Só de imaginar já cansa, né? Pois agora pense nessa situação se repetindo por anos e anos e imagine quantas relações acabam por causa desse acúmulo de desentendimentos bestas.

Discutir por causa da toalha largada na cama não significa que vocês não se dão bem, que não dão certo juntos, mas se essa discussão durar mais e for mais exaltada do que deve, pode fazer com que vocês acreditem nisso. Então procure (procurem, na verdade, porque é bom que essa postura parta dos dois) conversar mais, brigar menos, pense menos em você e mais numa solução que seja boa pros dois, peça desculpas e, principalmente: pense menos em problemas e mais no amor, porque tá va cara que vale mais a pena.

 

 

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Quero reconhecimento!

18.03.2010

Imagino que todo mundo concorde que levanta todos os dias, se dirige ao emprego e passa todo o expediente desempenhando uma função em troca de um salário (exceto, claro pra quem faz trabalho voluntário). Também acredito que todas vocês me apóiem quando eu digo que, apesar disso, não é só o salário que conta. Quando se começa um emprego, é normal esperar por, além do pagamento no fim do mês, boas condições de trabalho, um relacionamento saudável com os colegas e, afinal, reconhecimento pelo bom desempenho.

Muitas vezes você tem convicção de que merece o tal reconhecimento, pois na sua cabeça não há dúvidas da competência e da dedicação com que leva as suas funções na empresa. Lógico que isso pode ser a total verdade e você ser merecedora de dúzias de condecorações, mas também existe uma grande chance de estar fantasiando um pouco as coisas e perdendo, com isso, a chance de perceber se há e onde estão possíveis falhas no seu desempenho, que acabam impedindo que você realmente se destaque. Afinal de contas, ninguém pensa em consertar uma coisa que julga ser perfeita.

Repare se você realmente tá fazendo seu trabalho da melhor forma. Uma das coisas que costumam impedir isso é comparar seu desempenho com o dos colegas, porque quanto mais você se preocupa com o trabalho alheio, menos faz o seu. Se eles trabalham mal então, é ainda pior, pois você sempre vai se julgar superior a todos, o que é péssimo não só pro seu trabalho, como pra sua personalidade. Sabe-se lá onde pode parar um ego auto-inflado todo dia.

Às, vezes, também, quando se está há muito tempo no mesmo cargo, é comum fazer tudo meio que no automático, então, que tal parar um pouco e pensar em formas de incrementar esse cotidiano? É preciso mostrar aos chefes que você trabalha - e trabalha bem - lá. Organize o espaço, sugira novidades, mexa-se dentro das suas possibilidades, faça um pouco além do que se pede.

É verdade, infelizmente, que nem todas as empresas estão preparadas pra reconhecer e - por que não? - recompensar o esforço e a dedicação dos funcionários e todo mundo tá sujeito a trabalhar e trabalhar sem que ninguém reconheça a importância disso. Sendo assim, sempre é válido tentar ter uma conversa, levantar um debate, tanto com os chefes quanto com os colegas. Muitas vezes a postura errada, desvalorizadora, não é intencional, é resultado só de uma falta de traquejo. 

Se, mesmo com conversa, não tiver jeito, aí é o caso de você pensar se realmente vale a pena continuar nesse emprego. E se não houver a possibilidade de largá-lo (é bom a gente se lembrar daquela história do começo do texto, de trabalhar por um salário), talvez mesmo assim seja bom se esforçar pra fazer tudo melhor que antes, afinal não existe melhor reconhecimento que o auto-reconhecimento.

E vai que, com mais consciência do seu talento, você arruma trabalho melhor.

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Bagunceiras como eles

12.03.2010

 

Um dos clichês mais antigos das relações homem-mulher (adoro falar desses lugares-comuns, me divirto sem igual) é de que é difícil pras moças, tão ordeiras, organizadas, conviver com a bagunça generalizada que os seres do sexo masculino promovem por todo lugar da casa.

Toalha molhada em cima da cama, pilhas de louça suja na pia, sapato e meia jogados no meio da sala, shampoo e condicionador sempre com as tampas abertas, pratos e copos largados pela casa, pia do banheiro cheia de blocos de pasta de dente e assento da privada sempre levantado. Que atire a primeira pedra quem nunca se queixou de pelo menos um desses tão comuns defeitos masculinos. Espero que nenhuma moça sofra com todos eles, é covardia demais.

E, por falar em covardia, como é fácil falar dos defeitos "organizacionais" dos mocinhos sem se lembrar de alguns também problemáticos hábitos femininos. Não é de hoje que essas manias são listadas por aí como imperdoáveis. Quer exemplos?

1- Lavar a calcinha no banho e pendurar no box: essa é clássica. Todo mundo já aproveitos o banho pra lavar sua roupa íntima e, no final, esqueceu de tirar a dita cuja do banheiro pra secar em outro lugar. No primeiro dia passa, mas na sexta-feira o box já parece um bazar de lingerie usada (credo). Pobrecitos dos rapazes, que se bobeiam um segundo, saem do banheiro usando calcinha como chapéu.

2- Invadir o guarda roupa dele com as roupas que não cabem mais no seu: um belo dia o mocinho vai procurar uma camisa pra vestir e dá de cara com uma meia-calça, dois vestidos e uma legging. Nem preciso dizer que isso é uma baita invasão de espaço, mesmo porque sei que a maioria das moças vai responder "Pra que ele precisa do mesmo espaço que eu no armário se eu tenho muito mais coisa pra guardar?".

3- Ter uma excelente memória pra discussões: esse é o pior dos defeitos (pros mocinhos, claro), assim que ele chega pra reclamar da bagunça que você faz, sua supermemória começa a trabalhar e você cospe na cara do coitado todas as vezes em que ele já foi desorganizado na vida. Por isso eles não costumam reclamar tanto, fica difícil competir com mega eficiente metralhadora de acusações (embora seja bom frisar que todas costumam ter fundamento).

E já que sabemos que os dois são bagunceiros resta saber qual dos dois é mais. ;)

 

Existe profissão do futuro?

05.03.2010

 

Pelo menos uma vez por ano, revistas, jornais, telejornais, sites e toda a sorte de veículos de comunicação elegem uma profissão como sendo promessa pro futuro, a carreira que, em algum tempo, vai ser garantia de salários altos, grande oferta de vagas, profissionais bem-sucedidos, altas perspectivas de crescimento e sucesso. 

É óbvio que analistas de mercado são capazes de tecer estimativas sobre o futuro dos mercados de trabalho. É possível, baseado em números, supor crescimentos e quedas, mas não dá pra garantir o sucesso de alguém que investe em tal ou qual área pelo simples fato de que esta apresenta crescimento. Os argumentos pra contestar isso, na verdade, são bem óbvios, e o mais evidente deles é também o mais inegável: quem garante que você vai se dar bem trabalhando em uma área ou função que, eventualmente, pode não ter nada a ver com você, e, também eventualmente, pode ser algo pra que você não leve o menor jeito.

Sem contar que, sempre que aparecem previsões de crescimento pra uma área de carreira, um monte de gente vai pra esse lado, se especializa nisso, o que aumenta muito a oferta de profissionais especializados no tal ramo, portanto é muito mais seguro e coerente investir em algo pra que você saiba que tem desenvoltura, independente das tendências.

É importante também saber avaliar as oportunidades reais que se tem, aquelas que estão próximas, ao seu alcance, ou mesmo as que você pode abrir, encontrar. Muitas vezes nenhuma delas está nas análises dos especialistas porque pertencem a nichos menores, a contextos mais específicos.

Na vida real o que conta mesmo é a sensibilidade pra "medir" o seu talento e as possibilidades de crescimento que ele oferece dentro da realidade em que se vive. Descobrir, lógico, não é fácil, mas os resultados dessa busca tendem a ser mais estáveis do que basear as escolhas em profissões da moda, que não necessariamente vão se estabelecer de verdade ou se adequar ao seu perfil e às suas habilidades.

 

Os programas de TV mais broxantes

26.02.2010

Assistir TV com o namorado, marido, whatever é uma coisa realmente agradável. Primeiro porque assistir televisão com companhia é mesmo muito melhor, até os programas mais-ou-menos passam a ter mais graça, e depois, é um pretexto pra ficar junto, encolhido no sofá. Nesse contexto todo propício, pode até ser que ambos se animem a, digamos, estender esse carinho todo, o que é bom, já que de vez em quando todo mundo enjoa da cama mesmo, então o sofá da sala é uma boa opção pra variar.

O problema é que tem programas que não só são mais-ou-menos, como são até meio broxantes. Fuja desses programas se você quiser que nasça qualquer tipo de pretensão sexual, não que seja impossível nascer, mas eles dão uma boa dificultada.

1. Novela das seis: essas novelas passam cedo, são pra agradar crianças senhoras donas de casa, senhores aposentados, todo mundo ao mesmo tempo. Por isso, as tramas são ingênuas, normalmente sem insinuações, o texto costuma ser didático e, pra completar, é costumeiro que sejam "de época", com costumes, texto e figurino muito mais comportados. Portanto, se quiser algum tipo de deixa pra começar as investidas, deixe pra novela das oito.

2. Futebol: desanimador pra você. A menos que você goste muito de futebol e vibre a cada lance. Se seu mocinho estiver tão animado quanto você, pode até ser que os dois acabem resolvendo comemorar os resultados da partida por ali mesmo.

3. Telejornal: que pessoa em sã consciência fica excitada vendo notícias de chuvas, tragédias, impostos, ruas esburacadas, preço do feijão exportação da soja, seqüestros, assaltos, guerras, mercado financeiro... ufa, só de pensar já desanima totalmente.

4. Joguinhos que dão prêmios em dinheiro: sabe aqueles programas que passam de madrugada em que uma mulher grita pros espectadores ligarem, participarem de jogo e concorrerem a uma grana? Pois é, não dá. Impossível associar aqueles caça-palavras premiados à libido.

5. Programas sobre o mundo animal: você pode achar interessante, fofinho, o que for, mas excitante com certeza não acha. Ver animais acasalando, ainda bem, não costuma ser inspirador pra humanos.

Pense pelo lado bom, se esses programas não chamam pro sexo, talvez chamem pra um bom cochilo, o que também é bom de fazer do lado do seu amor.

Tags Relacionadas: sexo , televisão , diversão , tv

Capriche no currículo

26.02.2010

Quem não tá trabalhando, presume-se, tá procurando trabalho. Aí aparece uma vaga com seu perfil e lá vai você enviar o currículo, que, nesse primeiro momento tem o dever de te representar diante da empresa, de transmitir, além da sua formação e experiência, um pouco da sua personalidade, então é bom cuidar pra que não passem detalhes que transmitam uma imagem negativa de você.

Parece exagero, mas imagine que, sobretudo quando o currículo é enviado por email, nesse primeiro momento será seu único "representante", por isso, nada mais lógico que dedicar uma atenção especial à elaboração do dito cujo.

1. Antes de mais nada, todos reconhecem um currículo ao olhar pra um, não há necessidade de escrever "Curriculum Vitae" no documento, muito menos na margem esquerda da folha, vertical, colorido e com aqueles efeitos que a gente fazia nas capas de trabalhos da quinta série. Além de não inspirar seriedade, esse tipo de "enfeite" transmite a idéia de que o candidato está, digamos, ultrapassado, já que esses efeitos eram usados comumente nos anos 90, hoje em dia são considerados meio excessivos.

2. Não adianta achar que seu currículo vai ter mais valor se tiver mais páginas, porque ele sóvai ter mais páginas. Imagine que a pessoa que está selecionando os candidatos é alguém muito ocupado, que não tem tempo pra folhear um currículo que cita desde o colégio em que você concluiu o primário ao tipo sangüíneo. Mesmo que seu currículo seja extenso pela quantidade de experiências profissionais, chega um ponto em que é mais interessante selecionar as mais relevantes. Dificilmente um empregador lê mais de duas páginas de currículo, então seja sucinta.

3. Cuide pra que o currículo seja agradável de ler. Nada de letra muito pequena nem muito grande. Também não é bom que o texto seja muito condensado, tipo um bloco. Pular linhas pra deixar a aparência mais leve é crucial. Negrito só nos títulos.

4. Não se esqueça de deixar seus contatos no currículo: telefone residencial, celular e email. Não seria nada bom ser selecionada pra vaga e não ser encontrada pela empresa.

5. Mantenha certa formalidade na linguagem (poucos são os empregos onde isso não é crucial) e só coloque foto se a empresa deixar clara essa necessidade.

6. Pra facilitar na hora de fazer o currículo, alguns sites disponibilizam modelos. Na busca que fiz o melhor que encontrei foi o do meucurriculum.com. Pode copiar sem medo.

 

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Aprenda idiomas de graça e em casa

20.02.2010

Já faz tempo, pelo menos alguns anos, que a gente ouve e lê constantemente que falar com fluência uma segunda língua, normalmente o Inglês, é fundamental pra concorrer às boas vagas de emprego. De fato isso é bem verdade, quando ser bilíngüe não é uma exigência na seleção de funcionários, é um diferencial. Por outro lado, nem todo mundo tem tempo pra freqüentar aulas de idiomas e muitas vezes também não sobra dinheiro pra investir no curso, então, quase sempre, essas dificuldades acabam tirando o ânimo e, desse jeito, tudo fica como está: nada de mudanças, nada de progressos.

E como não estamos aqui para conversinha mole, desânimo e afins, vamos à solução. Estude em casa, e de graça, porque há um monte de formas de aprender várias línguas sem sequer precisar largar o computador, aliás, você vai aprender através dele. Vários sites oferecem ajuda a quem quer estudar idiomas e, por algum motivo, não pode (ou não quer) fazer um curso tradicional, com aulas presenciais e professor.

Se você faz parte do grupo que quer aprender sem freqüentar um curso, ou ainda, se freqüenta as aulas e quer complementar o aprendizado de línguas, aí vai uma lista certeira de sites que, sem dúvida, vão ajudar:

Live Mocha: funciona como uma comunidade online, nele você aprende idiomas em contato com pessoas dos mais diversos países. Diversos mesmo, há mais de 90 línguas à disposição dos usuários.

BBC: os cursos de inglês da BBC são famosos e no site da emissora britânica no Brasil é possível acompanhar um monte de conteúdo desenvolvido pra estudantes da língua. O legal é que os textos fogem do lugar comum, dos temas batidos, tudo é bem atual e os assuntos, interessantes.

Weblinguas: nem precisa ir até o site, periodicamente eles te enviam lições por email. Vale pra quem quer aprender Inglês, Espanhol e Francês.

Espanhol Grátis: Gramática, exercícios, textos, dicas e até guias de viagem. Completo pra quem quer sair hablando loucamente por aí.

USA Learns: o diferencial dele é que lá você pode até trabalhar sua pronúncia do Inglês, o ruim é que é preciso já ter algumas noções sobre o idioma, é ótimo pra quem já tem conhecimentos intermediários.

Em qualquer um desses sites, apesar da comodidade e da ausência de custos, é preciso ter dedicação pra aprender, afinal não vai ter ninguém pra te cobrar, pessoalmente, resultados. Pra muitas pessoas, esse método é eficiente, pra outras não. De todo modo, vale a experiência, não custa tentar e empreitar algum esforço pra manter a disciplina. A recompensa do aprendizado e todas as possibilidades que ele traz são tentadoras.

Fantasia de Carnaval

12.02.2010

Tá chegando o Carnaval, aqueles belos quatro dias em que quase ninguém trabalha, em que quase nenhum ponto comercial tá aberto e em que você só tem duas opções: cair na folia e se divertir na rua, nos bailes, nos blocos ou, se não gostar, arrumar um jeito de se divertir ignorando a folia. Aí tem um monte de opções: viajar pra algum lugar tranqüilo, assistir dezenas de episódios de algum seriado, ver milhares de filmes, dormir como nunca e, no meio de tanta coisa, arrumar um tempinho pra namorar.

E nessa época é aquela coisa, todo mundo veste suas fantasias, repare que ninguém tem medo de parecer ridículo nem nada. Pense como o Carnaval pode ser uma boa oportunidade pra realizar também suas fantasias sexuais. Imagine que no resto do ano são tantas preocupações, tanta falta de tempo, ou ainda tantos pudores que, só num contexto como o carnaval, dão uma folga e deixam todo mundo um pouco mais livre das limitações que se impõem no resto do ano.

E, em se tratando de fantasias sexuais, ficamos com um duplo sentido: fantasias mais relacionadas a lugares, situações, tipo "fazer sexo numa praia deserta" (essa foi clichê, hein?), que tanta gente alimenta, imaginando como seria legal sair um pouco da cama de sempre e do quarto de sempre, ou fantasia num sentido mais estrito: enfermeira, diabinha, colegial, professora, essas tradicionais, que são fetiche pra muita gente, ou outras, mais diferentosas, dessas que só o casal sabe que gosta.

E, na verdade, o carnaval é propício aos dois tipos de fantasia, tanto à que coloca o sexo num novo cenário, quanto àquela que transforma os personagens. Talvez seja uma boa chance de cessar alguns pudores e se propor a experimentar essas coisas que, se você pensar, são muito simples, é só uma roupa diferente ou um lugar diferente. E pode ser que essas pequenas experimentações recompensem, tragam sensações novas e até aproximem ainda mais o casal.

É importante, claro, que não seja a fantasia de um só, que o outro também entre na brincadeira pra que ela fique divertida. Ainda que um dos dois tenha a fantasia há mais tempo, é preciso que o outro se anime de verdade com a idéia, afinal, esse é o tipo de coisa que não dá certo se for por dever, ainda mais no Carnaval, que é tempo pra dar um tempo nas obrigações.

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Concursos Públicos

05.02.2010

Já há alguns anos que, aos poucos, o assunto "concurso público" deixou de ser conversa de pessoas mais velhas, já cansadas de trabalhar em empresas privadas. De uns tempos pra cá isso se tornou assunto corrente em escolas e faculdades, cada vez mais cedo as pessoas se interessam por conseguir um desses cargos.

Um dos maiores motivos pra o sucesso em torno das oportunidades no serviço público é a estabilidade que elas oferecem. Como o mercado de trabalho tem se tornado cada dia mais concorrido e, assim, as exigências cada vez maiores, é, por conseqüência, mais difícil se manter num cargo por muito tempo em empresas privadas. Em muitos casos, também os salários dos cargos públicos estão acima dos oferecidos nas empresas privadas pra cargos similares.

Com esses atrativos, é fácil se interessar a concorrer a uma vaga no serviço público, mas depois de decidir se candidatar a uma, ou a tantas quantas aparecerem, é preciso pensar e programar algumas coisas:

* Normalmente a concorrência é altíssima, chegando a passar dos mil candidatos por vaga (!), portanto estudo e dedicação são indispensáveis.

* É muito comum que as pessoas se candidatem a vagas com uma exigência menor que seu grau de escolaridade, por exemplo, muitas pessoas graduadas se inscrevem pra concursos de nível médio pra aumentar suas chances de passar, já que, em tese, o nível da concorrência seria mais baixo. Nesse caso é preciso também abrir mão de algumas cifras, já que os salários pra cargos de nível superior são sempre maiores.

* Alguns assuntos, relacionados a Informática, Matemática, Língua Portuguesa e Direito caem constantemente em diversos concursos, portanto, vale à pena estudá-los ainda que não haja nenhum cargo à vista.

* Hoje em dia, em quase todas as cidades, há muitos cursos preparatórios pra quem vai prestar concursos. Pra saber se vale apena se matricular, é bom pensar em como seu estudo costuma render, se em casa, sozinho, ou com a ajuda de professores e suas aulas.

* A cada novo edital, as editoras especializadas produzem novas apostilas com os assuntos das provas e exercícios. A maioria é encontrada nas bancas de revistas.

*Muitos sites divulgam abertura de novos concursos, seus editais, além de dicas pra facilitar a busca de quem quer uma dessas vagas. Dois ótimos são:
www.pciconcursos.com.br
www.g1.globo.com/g1/concursos-e-emprego

O importante é se dedicar com afinco e não economizar esforço no estudo, daí uma hora dá certo. Boa sorte.

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